Pró-Reitoria de Pós-Graduação

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Press Release - Teses e Dissertações

Dados fornecidos pelos egressos da pós-graduação.

Silenciamentos Da Bôta Efeitos do discurso pedagógico nas comunidades ribeirinhas amazônicas do século XVI ao XXI

Detalhes
29 Outubro 2025
Última Atualização: 29 Outubro 2025

Nome Completo:

Zaline do Carmo dos Santos Wanzeler

Unidade da USP:

Faculdade de Educação FEUSP

Programa de Pós-Graduação:

em Educação

Nível:

Doutorado

Resumo:

Nessa tese, propusemo-nos a estudar os silenciamentos do mito amazônico da Bôta e a sua consequência para a educação ribeirinha. Nós o fizemos a partir de uma abordagem discursiva, compreendendo que os mitos amazônicos, historicamente construídos na oralidade e na experiência compartilhada familiar, têm tido, tradicionalmente, uma importante função educativa para os ribeirinhos amazônicos. Postulamos que, como o discurso pedagógico tende a não legitimar os saberes tradicionais, os mitos não entraram nos currículos escolares em igualdade de condições com os demais conteúdos, e é possível que, influenciadas por esse discurso, as pessoas tenham parado de os narrar com frequência, mesmo fora do espaço escolar, por julgá-los pouco importantes ou, mesmo, vergonhosos. A partir dessa preocupação, interessamo-nos em interrogar se a função educativa dos mitos ainda estaria preservada na atualidade das comunidades ribeirinhas. Tendo essa questão em conta, assumimos como objetivo geral ponderar a respeito dos efeitos da instauração social do discurso pedagógico em comunidades ribeirinhas amazônicas, em especial os silenciamentos do mito da Bôta. Para tanto, estabelecemos os seguintes objetivos específicos: a) analisar as imagens do personagem Bôta presentes no corpus; e b) descrever os modos de silenciamentos da Bôta encontrados no corpus, correlacionando-os com as alterações da função educativa de mitos amazônicos nas comunidades ribeirinhas. O corpus é constituído de 120 recortes discursivos, provenientes: a) de escritos de viagens do século XVI ao XIX; b) de estudos acadêmico-científicos de brasileiros (séculos XIX e XXI); c) da transcrição de versões de narrativas orais de histórias de Bôta que circulam em cidades ribeirinhas paraenses; e d) das narrativas orais da personagem Bôta contadas por crianças ribeirinhas, frequentadoras de uma oficina de formação do leitor literário. Por meio da análise, sintetizamos sete modos de silenciamento da Bôta: silenciamento progressivo de sua dimensão mítica, ancestral e simbólica; silenciamento pela negação (na escola); silenciamento pela desqualificação da fala infantil; silenciamento pelo deslocamento morfológico do feminino para o masculino; silenciamento pelo deslocamento semântico; silenciamento pelo controle narrativo masculino; e silenciamento pela naturalização da violência. Nossa análise dos recortes permitiu-nos observar, tendo tomado o mito da Bôta como exemplo, que suas lições, ao serem silenciadas, correm o risco de não serem mais aprendidas pelos habitantes das comunidades ribeirinhas. Assim, deram-se silenciamentos dos saberes que teriam sido transmitidos de modo mais lúdico, caso o estado anterior de coisas houvesse sido conservado. Por conseguinte, pensamos que a ausência da circulação do mito da Bôta exige reformulação de práticas e ressignificação de saberes nas comunidades.

Avaliação da variação do débito cardíaco com o uso do metaraminol no tratamento da hipotensão arterial durante anestesia

Detalhes
29 Outubro 2025
Última Atualização: 29 Outubro 2025

Nome Completo:

mateus oliveira damasceno

Unidade da USP:

HCFMRP

Programa de Pós-Graduação:

Mestrado

Nível:

Mestrado

Resumo:

Durante uma cirurgia, é comum que a anestesia provoque queda da pressão arterial. Embora na maioria das vezes seja algo controlável, essa queda precisa ser corrigida rapidamente para garantir que o sangue continue levando oxigênio a órgãos vitais, como o coração e o cérebro. Entre as drogas usadas para isso está o metaraminol, que aumenta a pressão por meio da contração dos vasos sanguíneos. Apesar de ser um medicamento usado há décadas, ainda havia pouca clareza sobre como ele afeta o débito cardíaco — ou seja, o volume de sangue que o coração bombeia por minuto. Saber se o metaraminol ajuda ou atrapalha o desempenho do coração é essencial para o anestesista decidir a melhor conduta. Meu estudo avaliou exatamente isso. A pesquisa foi feita com 40 pacientes adultos submetidos à anestesia geral em cirurgias eletivas. Todos foram monitorados por meio de análise da onda de pulso arterial, uma tecnologia que permite medir o débito cardíaco de forma contínua e precisa. Após administrar 0,5 mg de metaraminol por via intravenosa, acompanhamos as variações da pressão arterial, da frequência cardíaca e do volume de sangue ejetado pelo coração em diferentes momentos do procedimento. Os resultados mostraram que o metaraminol aumenta o débito cardíaco em média 7%, estabilizando a pressão sem causar queda do volume sistólico nem alterações significativas na frequência cardíaca. Isso indica que o medicamento atua de forma segura e equilibrada, elevando a pressão sem prejudicar o funcionamento do coração. Em outras palavras, ele cumpre o que se espera: melhora a perfusão dos tecidos e mantém o paciente estável durante a anestesia. Esses achados ajudam a reforçar a importância de basear as decisões médicas em dados objetivos, obtidos por meio de monitorização hemodinâmica avançada. O conhecimento gerado contribui para protocolos anestésicos mais seguros e personalizados, reduzindo riscos e otimizando o cuidado perioperatório. Em um sentido mais amplo, o estudo mostra como a pesquisa clínica pode transformar a prática diária. Entender de forma detalhada como um medicamento age dentro do corpo humano permite que o anestesista tome decisões mais precisas, beneficie o paciente e fortaleça a medicina baseada em evidências. Cada resultado obtido nesse tipo de trabalho representa um passo a mais para cirurgias mais seguras e uma anestesia cada vez mais moderna e centrada na segurança do paciente

Gestão De Crise E Os Desafios Da Comunicação No Setor Público Durante A Pandemia Do Coronavírus

Detalhes
29 Outubro 2025
Última Atualização: 29 Outubro 2025

Nome Completo:

Mônica Zebral Quiquinato

Unidade da USP:

Escola de Comunicações e Artes

Programa de Pós-Graduação:

Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação

Nível:

Mestrado

Resumo:

Esta dissertação analisa o cumprimento do dever estatal de informar no âmbito do setor público, tendo como objeto a atuação do Governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo durante a pandemia da Covid-19. No que se refere à comunicação social em órgãos públicos, o estudo se ancora que durante o governo Bolsonaro foi adotada uma postura comunicacional marcada por estratégias que ao invés de prezar pela clareza e transparência, optou por atitudes como o silêncio, a negação sistemática da gravidade da situação, o contra-ataque a especialistas e instituições científicas, e com isso transferiu a responsabilidade para estados e municípios, além de ocultar dados ou minimizar informações relevantes. Essas lacunas comunicacionais geraram consequências práticas: confusão sobre regras sanitárias, crescimento da desinformação e, principalmente, perda de credibilidade das instituições públicas. Em uma crise que dependia da confiança e da adesão coletiva, a comunicação falhou em seu papel mais importante, o de orientar, acolher e mobilizar a sociedade. Por outro lado, a pesquisa também identificou experiências positivas. Em determinadas fases da pandemia, campanhas estaduais e municipais conseguiram traduzir a linguagem técnica em mensagens simples e empáticas, com foco em proteção e solidariedade. Essas ações mostraram que é possível comunicar com ciência, empatia e transparência, valores que fortalecem a democracia e ampliam o alcance das políticas públicas. Diante desse cenário, o Governo do Estado de São Paulo, em parceria com a Prefeitura da capital, adotou uma postura proativa e assumiu o protagonismo no enfrentamento de uma das mais severas crises sanitárias da história recente. O presente texto traz uma abordagem sobre parte do estudo que envolve uma pesquisa qualitativa aplicada a autoridades do Poder Executivo em São Paulo, aos respectivos coordenadores de comunicação de seus órgãos e imprensa que cobriu o evento. O trabalho buscou registrar e analisar, de forma descritiva e analítica, as experiências de lideranças governamentais paulistas, destacando as decisões tomadas, o papel desempenhado pela comunicação pública na prestação de serviços e a interação com a imprensa. Para isso, utilizou-se uma abordagem empírica exploratória, baseada em estudo de caso e pesquisa qualitativa direta. A pesquisa aplicada fundamenta-se em entrevistas realizadas com executivos e gestores de comunicação do setor público de São Paulo e jornalistas, permitindo compreender estratégias, desafios e percepções acerca do processo comunicacional durante o período de crise. Os resultados do estudo reforçam a necessidade de o Estado investir em estruturas permanentes de comunicação pública, com profissionais capacitados, protocolos de gestão de crise e planejamento estratégico baseado em evidências, com capacidade de aproximar o Estado das pessoas e de fortalecer a confiança que sustenta a vida em sociedade.

Mulheres e crianças na luta por moradia: a Ocupação Popular Ecovila Maricá e a desintegração do Comum

Detalhes
29 Outubro 2025
Última Atualização: 29 Outubro 2025

Nome Completo:

Ranulfo Cavalari Neto

Unidade da USP:

Faculdade de Educação

Programa de Pós-Graduação:

Educação

Nível:

Doutorado

Resumo:

Esta pesquisa-militante teve como objetivo investigar a produção do cotidiano de mulheres e crianças na Ocupação Popular Ecovila Maricá (RJ), buscando compreender como suas práticas de vida e resistência, no contexto da luta por moradia, se entrelaçam às dinâmicas urbanas da cidade. A investigação foi desenvolvida por meio de fontes documentais como registros em diário de campo, imagens, registros audiovisuais, fotografias e desenhos. Junto de conversas e o acompanhamento do cotidiano da Ocupação como pesquisador-militante. Entre 2022 e o despejo em 2023, após quatro meses de presença e acompanhamento da Ocupação, destacamos cinco "acontecidos" que revelam rotinas, relações e deslocamentos no território, expressando a construção cotidiana do Comum. Esses registros permitiram refletir sobre os processos de sua desintegração, marcados por ações estatais e lógicas urbanas excludentes. A pesquisa também analisa o contexto contraditório de Maricá, cidade que se afirma como "Cidade das Utopias", tensionada entre políticas sociais inovadoras e o avanço de discursos conservadores. As experiências vividas pelas mulheres-mães e suas crianças revelam tanto a potência de suas práticas quanto os limites impostos à consolidação da moradia como direito constitucional, apontando para a resistência e os desafios na luta de um outro modo de habitar a cidade.

A influência da liderança na aprendizagem da equipe

Detalhes
29 Outubro 2025
Última Atualização: 29 Outubro 2025

Nome Completo:

Dante Mantovani

Unidade da USP:

FEA

Programa de Pós-Graduação:

Doutorado

Nível:

Doutorado

Resumo:

Em um mundo de transformações aceleradas – muitas vezes comparadas à Quarta Revolução Industrial – a capacidade de uma organização se adaptar, inovar e garantir seu desempenho sustentável depende criticamente de suas equipes serem capazes de aprender coletivamente. Minha tese de Doutorado, intitulada "A influência da liderança na aprendizagem da equipe", investigou exatamente como os líderes podem potencializar esse aprendizado vital. O estudo se aprofundou na Liderança Humilde (Humble Leadership), um estilo que vem ganhando destaque nas pesquisas em gestão. O principal achado da pesquisa é que a humildade do líder não é uma virtude suave, mas sim um motor estratégico para a inovação e o aprendizado. Analisamos dados de 302 profissionais em 41 equipes de diversas organizações no Brasil. O estudo demonstrou que a Liderança Humilde não influencia a aprendizagem em equipe diretamente, mas sim de maneira fundamental: ela cria e fortalece a Segurança Psicológica. O que é a Segurança Psicológica? É a crença compartilhada de que a equipe é um ambiente seguro para correr riscos interpessoais. Em outras palavras, é o sentimento de que você pode expressar ideias, fazer perguntas, discordar e admitir erros sem medo de ser punido, rejeitado ou envergonhado. Ao demonstrar humildade, o líder age como um modelo comportamental, sinalizando à equipe que é aceitável não ter todas as respostas. Nossas análises confirmaram que a Segurança Psicológica, por sua vez, prediz significativamente os comportamentos de aprendizagem coletiva. Como o líder humilde age? A Liderança Humilde se manifesta através de três comportamentos-chave: 1. Apreciação das contribuições dos outros: valorizar e reconhecer as forças e talentos únicos dos membros da equipe. 2. Disposição para se conhecer: ter a autoconsciência de identificar e admitir as próprias limitações, incertezas e erros. 3. Ensinabilidade: mostrar abertura genuína para receber feedback, conselhos e aprender ativamente com os liderados. Embora alguns líderes temam que a humildade possa ser vista como fraqueza ou passividade em ambientes de alta pressão, a pesquisa qualitativa mostrou que líderes altamente humildes combinam essa postura com firmeza e direção eficaz. Eles usam a escuta ativa e a confiança construída para guiar a equipe e tomar decisões mais embasadas. Impacto para a Sociedade Ao desvendar esse mecanismo (Humildade -> Segurança Psicológica -> Aprendizagem em Equipe), a tese oferece um norteador para o desenvolvimento de lideranças. Promover líderes humildes significa construir ambientes de trabalho psicologicamente mais seguros, onde o erro é uma oportunidade de aprendizado, e as equipes se tornam mais resilientes, adaptáveis e inovadoras. Essa capacidade de aprendizado contínuo é essencial para que as organizações, no Brasil, respondam aos desafios complexos do nosso tempo e contribuam para uma sociedade melhor.

O que as crianças nos ensinam: a construção de sentidos com a leitura e a escrita na Educação Infantil e na família

Detalhes
29 Outubro 2025
Última Atualização: 29 Outubro 2025

Nome Completo:

Edilma Mendes Rodrigues Gonçalves

Unidade da USP:

Faculdade de Educação

Programa de Pós-Graduação:

Educação

Nível:

Doutorado

Resumo:

A pesquisa que realizei no doutorado na Faculdade de Educação da USP buscou compreender como as crianças constroem sentidos sobre as práticas de leitura e escrita vivenciadas na Educação Infantil e nos contextos familiares, considerando os modos como reconfiguram essas experiências a partir de seus repertórios culturais e interações. O estudo foi realizado em um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) de Teresina (PI), onde acompanhei professoras, famílias e, principalmente, as crianças — escutando o que elas pensam, sentem e fazem quando estão diante das letras, dos livros e dos textos do cotidiano. Durante o trabalho de campo, percebi que as crianças leem e escrevem de modos muito diversos, mesmo antes de saberem "formalmente" ler e escrever. Elas interpretam rótulos, reconhecem nomes, fazem listas, brincam de escola, inventam histórias e se comunicam por meio de desenhos, marcas e gestos. Essas ações mostram que a leitura e a escrita, para elas, não são apenas aprendizagens escolares, mas formas de participar do mundo. Os resultados da pesquisa apontam que, muitas vezes, as práticas escolares acabam limitando essas experiências, tratando a escrita apenas como treino ou tarefa. Quando isso acontece, a curiosidade e o prazer das crianças se perdem. No entanto, quando elas têm liberdade para explorar textos significativos — como bilhetes, catálogos, embalagens ou nomes dos colegas — elas demonstram compreensão sobre o papel social da linguagem escrita e produzem sentidos próprios sobre o que é ler e escrever. Ao dar visibilidade a essas experiências, a pesquisa contribui para repensar a Educação Infantil brasileira, fortalecendo uma visão de infância ativa, criadora e capaz de produzir cultura. Escutar as crianças e reconhecer suas formas de expressão ajuda a construir práticas pedagógicas mais respeitosas, democráticas e inclusivas. Assim, o impacto desta tese vai além da escola: ela propõe que a sociedade reconheça as crianças como sujeitos de direitos, de linguagem e de cultura. Valorizar o que as crianças dizem e fazem é também valorizar o futuro, pois uma educação que escuta, acolhe e confia na infância é capaz de transformar o modo como lemos e escrevemos o mundo.

A demarcação de telas nos cinemas de território da Ceilândia: uma cartografia dos modos de fazer de cinemas não hegemônicos

Detalhes
29 Outubro 2025
Última Atualização: 29 Outubro 2025

Nome Completo:

Camilla Vidal Shinoda

Unidade da USP:

ECA

Programa de Pós-Graduação:

PPGMPA

Nível:

Doutorado

Resumo:

A presente pesquisa tem como objetivo realizar uma cartografia (Bruno, 2002) do processo de demarcação de telas (Krenak, 2021) dos cinemas de território da Ceilândia, por meio do trabalho de três coletivos de cinema ceilandenses: a Ceicine, coletivo do qual faz parte o cineasta Adirley Queirós; o Jovem de Expressão (JEx), coletivo do qual fazem parte os diretores Gu da Cei e Suéllen Batista; e a 404 Produções, coletivo formado pelos cineastas Augusto Borges, Douglas Queiroz e Nathalya Brum. No primeiro momento, formulei a ampliação da noção de demarcação de telas, proposta por Krenak, para além do cinema produzido por indígenas, caracterizando a noção como um processo histórico em que corpos não hegemônicos provindos dos territórios não hegemônicos começaram a produzir e exibir filmes. A partir disso, busco delinear a prática que nomeio cinemas de território; um cinema realizado em territórios não hegemônicos pelas pessoas que o ocupam. Essa prática cinematográfica também é caracterizada por um compromisso ético com o território. Compromisso esse que se materializa não apenas nos filmes, mas também durante todo o processo de realização e circulação dessas obras. Os filmes, bem como os modelos de produção dos três coletivos ceilandenses. são cartografados de forma que possamos compreender como essa prática cinematográfica se dá na Ceilândia. Assim, acompanharemos como a prática dos três coletivos se relaciona com o território ceilandense, a partir da origem paradoxal da região administrativa (RA), imposta pela mitologia de Brasília. Por meio da cartografia dos cinemas de território praticados pelos três coletivos, também vamos compreender quais são as temporalidades ocupadas pelos corpos ceilandenses nessa produção.

Potencial Para Armazenamento Geol6gico De Co2 de Arenitos Fluviais da Forma9ao Resende nas Bacias de Sao Paulo, Taubate, Resende e Volta Redonda, nos Estados de São Paulo e Rio De Janeiro.

Detalhes
29 Outubro 2025
Última Atualização: 29 Outubro 2025

Nome Completo:

Tirzah Loriato Moraes Silva

Unidade da USP:

Instituto de Energia e Ambiente

Programa de Pós-Graduação:

Programa de Pós-Graduação em Energia

Nível:

Mestrado

Resumo:

As tecnologias CCS (Carbon Capture and Storage) são formadas por técnicas integradas que impedem que determinadas quantidades de CO2 sejam liberadas para a atmosfera, auxiliando na redução de emissões dos gases de efeito estufa (GEE) e na mitigação das mudanças climáticas. A utilização da tecnologia CCS é de extrema importância nos dias atuais, tendo em vista as metas internacionais de redução de emissão de carbono que visa desacelerar o aquecimento médio da atmosfera que já alcançou 1,5°C, em 2024. Nesta dissertação foram realizados estudo bibliográfico, levantamento de fontes emissoras fixas de CO2 na área de estudo, trabalhos de campo, análises macroscópicas e microscópicas, e análise de difração de raios X para determinar características de rochas arenosas da Formação Resende das bacias da porção central do Rift Continental do Sudeste Brasileiro (RCSB), a fim de analisar as propriedades de porosidade e químicas da rocha reservatório para armazenamento geológico de CO2. Adicionalmente, foi realizado estudo bibliográfico da Bacia de Santos, a bacia offshore mais próxima, a fim de analisar seu potencial para armazenamento de carbono. A Dissertação conclui que a Bacia de Taubaté é a única do RCSB com características que permitem o armazenamento de CO2.

Imagens do tempo: a infância retratada por Graciliano Ramos e José Saramago

Detalhes
29 Outubro 2025
Última Atualização: 29 Outubro 2025

Nome Completo:

Diogo da Silva Nascimento

Unidade da USP:

Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

Programa de Pós-Graduação:

Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa

Nível:

Doutorado

Resumo:

O trabalho aqui proposto se faz apoiado nos estudos literários em perspectiva comparatista, para a qual são caros os diálogos interculturais e intersemióticos, bem como intercâmbios teóricos entre diferentes artes e territórios do saber, e pela qual somos conduzidos a exercícios analíticos de compreensão crítica sobre fenômenos culturais e de linguagem. Nosso interesse está em examinar como a infância é retratada por Graciliano Ramos e José Saramago, em suas respectivas obras literárias: Infância [1945] e As pequenas memórias [2006]. Importa salientar, no entanto, que somadas às referidas obras, outras narrativas literárias estarão no horizonte de nossa pesquisa, bem como as fotografias de Haruo Ohara, as quais servirão como uma espécie de costura para a nossa investigação. Diante disso, o nosso estudo lidará com questões pertinentes à semiótica, uma vez que nos ocuparemos com sistemas de signos diversos e com relações que se estabelecem entre o verbal e o visual. Acreditamos, nesse sentido, que o verbo e a imagem habitam o mesmo nicho quando eles são poéticos, quando estão à serviço da estética e da poesia.

Biocurativos bioimpressos em 3D contendo hUCMSCs pré-condicionadas com 5-azacitidina para tratamento de feridas cutâneas graves em modelo murino de anemia falciforme

Detalhes
29 Outubro 2025
Última Atualização: 29 Outubro 2025

Nome Completo:

Waldir César Ferreira de Oliveira

Unidade da USP:

Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto

Programa de Pós-Graduação:

Biociências e Biotecnologia

Nível:

Doutorado Direto

Resumo:

Hoje em dia existe um problema muito grave na saúde brasileira que são as feridas que não se cicatrizam. Feridas como de pé diabética, feridas de pressão em acamados, e em pessoas que tem dificuldade de fechar as feridas. Essas feridas muita das vezes, não se fecham porque falta a coordenação do próprio corpo em fechar a ferida, e também porque não há a formação de novos vasos sanguíneos para ajudar a fechar essa ferida. No meu trabalho, nós utilizamos células tronco vindas de cordão umbilical humano, e preparamos um curativo em uma impressora 3D e tratamos vários camundongos onde fizemos neles uma grande ferida para avaliar se o curativo que fizemos, se ajudaria ou não no fechamento da ferida. Nossos resultados mostraram que além de ajudar a fechar, os animais tiveram a arquitetura da pele totalmente restaurada. Também mostramos que as células tronco ajudam a controlar e coordenar a cicatrização. E ainda que quando utilizado o curativo, a pele criava novos vasos sanguíneos para restaurar a própria pele. Com isso, nossos resultados mostraram que é possível aplicar este modelo de curativo em pessoas com feridas de pele grandes e difíceis como mencionado acima, que pode ser um importante produto no fechamento de feridas, já que não existem remédios que tratam em definitivo esse tipo de lesão.

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